Software de ERP/CRM baseado na arquitetura TOTVS TEC, o Microsiga Protheus é um software independente de sistemas operacionais, banco de dados e interfaces.
Desenvolvido para empresas que desejam implementar uma competente gestão de resultados em seus processos administrativos e operacionais, que necessitem de alta flexibilidade e facilidade no desenvolvimento de customizações sistêmicas - quer com a participação da TOTVS ou de forma independente - e que possuem unidades ou negócios em outros países.
É o software “flexível” e “internacional” da TOTVS.
Recebi esses dias que a microsiga criou um portal chamado athena , o portal do conhecimento. Puts os caras copiaram do helpfacil a frase portal do conhecimento.acho que faltou criatividade..
Totvs e Trevisan Outsourcing atuarão juntas na área de saúde
Terça-feira, 10 de Junho de 2008, 15h43
A Totvs, holding que controla a Microsiga, Logocenter, RM Sistemas, Totvs BMI e Totvs Infra, firmou parceria com a Trevisan Outsourcing para oferta conjunto de serviços de BPO (business process outsourcing) para a área de saúde. A Totvs fornecerá seus sistemas de gestão, dando suporte a todas as operações de controle e gerenciamento, adaptáveis a todos os portes, perfis e demandas das empresas. A Trevisan, por sua vez, através do produto direcionado ao atendimento das necessidades específicas de profissionais da área da saúde, será responsável por terceirizar serviços administrativos, contábeis, fiscais, financeiros, gestão de compras, estoques, pessoas e processos.
Também são contempladas pela Trevisan o atendimento a necessidades específicas da área de saúde, como gestão de glosas, assessoria no relacionamento com operadoras de planos de saúde, sublocação de consultório, processos de certificação e padronização de informações estabelecidos pela Agência Nacional de Saúde e pelo sistema TISS (Troca de Informações em Saúde Suplementar).
Ola boa tarde sou novo trabalhando com o Protheus 10, gostaria de saber onde eu almento o campo de caracter do modulo do call center, no momento so consigo entrar com 3 caracter na quantidade de pedido.
Desde já agradeço
Vander J. do Carmo
Olha não sei exatamente que campo quer aumentar, mas para isso basta entrar no modulo configurador - > base de dados - > dicionario de dados pesquisar a tabela e campo e clicar em alterar .
Agora nem todos os campos permitem este tipo de alteração
Falta de consultorias de TI motivou prorrogação do Sped
por Adriele Marchesini Financial Web
13/04/2009
Segundo a Receita, empresas enfrentam dificuldades em encontrar consultorias especializadas. Novas ampliações de prazo estão descartadas
A prorrogação do prazo dada às empresas brasileiras para adequação ao Sistema Público de Escrituração Digital (Sped) da área fiscal, o EFD, segundo determinações da Receita Federal publicadas na última semana, foi feita pela dificuldade que as companhias apresentam de encontrar consultorias de TI suficientes e capacitadas a prestar o auxílio. “Fizemos uma pesquisa junto às empresas sobre como andavam as perspectivas para o cumprimento das obrigações. Com o resultado do levantamento, feito em fevereiro, verificamos que muitas empresas não teriam condições de cumprir o prazo de maio”, explicou o coordenador do Sped, Carlos Sussumu.
Por meio do Ato COTEPE/ICMS nº 15/2009, a data-limite de entrega dos arquivos da EFD, referentes aos meses de janeiro a agosto de 2009, foi transferida para 30 de setembro próximo. O prazo de entrega já havia sido prorrogado anteriormente por outro ato, que determinava que informações de até abril deveriam ser encaminhadas até 31 de maio. Na média, a maioria das empresas nos garantiu que em 120 dias daria conta de promover as adequações necessárias para o cumprimento dessa obrigação. (leia também: Empresas revelam como se adaptam ao Sped). Demos um voto de confiança de que este prazo seria suficiente para atender as necessidades”, adicionou Sussumu. Segundo o representante do Fisco, não estão previstas novas prorrogações no Sped Fiscal ou nos outros dois, o Sped Contábil e a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e).
O coordenador do Sped informou ainda que a Receita não deve modificar sua forma de aproximação com as consultorias de TI para permitir que um maior número delas seja habilitada a fornecer a tecnologia necessária para a adequação ao sistema. Temos feito inúmeras apresentações e palestras para dizimar qualquer tipo de dúvidas técnicas, e são convidadas todas as empresas de consultoria, software e TI”, afirmou. “E todas as definições técnicas são divulgadas nos sites respectivos. Não existe nenhuma dificuldade em uma empresa que queria mesmo trabalhar como suporte. Basta que ela entre no site da Receita e verifique as especificações técnicas previamente definidas”, garantiu.
Um dos prováveis motivos que teriam levado à impossibilidade de as empresas se adequarem ao Sped Fiscal é a crise financeira internacional e seu impacto sobre os valores disponíveis para investimentos. “Esse foi um dos motivos apontados pelas empresas, mas a obrigatoriedade foi informada bem antes da crise. Mas na verdade, as empresas deveriam estar preparadas para o cumprimento dessa obrigação”, garantiu o coordenador do Sped.
Empresa registrou vendas líquidas de R$ 228 milhões no primeiro trimestre de 2009
A Totvs divulgou ontem o seu balanço comemorando um crescimento no faturamento líquido acima dos 20% pelo nono trimestre consecutivo. No primeiro trimestre de 2009 a empresa registrou vendas líquidas de R$ 228,373 milhões. Segundo José Rogério Luiz, vice-presidente financeiro e diretor de Relações com Investidores, o valor representa um aumento orgânico de 23,4% sobre o mesmo período de 2008. Isto é, refere-se ao crescimento registrado tanto pela Totvs como pela Data Sul, caso estivessem unidas desde o primeiro mês de 2008. A união, contudo, deu-se no último trimestre de 2008. Assim, se a base tomada for apenas o faturamento líquido da Totvs, contabilmente as vendas líquidas - com a incorporação da concorrente - teriam aumentado no intervalo 88,8%, ressaltou.
Outros dados também revelam a saúde da brasileira, que se tornou a maior fabricante de software de gestão no País, rivalizando em vendas com as internacionais SAP e Oracle. Quando os números do lucro líquido são analisados, nota-se um crescimento de 121,4% na comparação com o mesmo período de 2008, totalizando R$ 29 milhões.
Luiz credita os bons resultados a três fatos. O primeiro diz respeito ao próprio produto da Totvs, o software de gestão, considerado por ele como “insumo básico das empresas, tão crítico quanto água, luz ou telefone”. O segundo diz respeito ao fato de o Brasil ser um mercado pouco penetrado pelas empresas de software de gestão, principalmente no caso das pequenas empresas, o que permite altas taxas de crescimento.
Por fim, um terceiro componente do cenário positivo vivido pela Totvs são as mudanças regulatórias em curso em toda a América Latina. Ele citou o exemplo da adoção, no Brasil, do Sistema Público de Escrituração Digital (SPED). “Esta, entre outras, é uma exigência que tem levado muitas empresas a se informatizarem”, resume o executivo. De acordo com o vice-presidente da softwarehouse nacional, 95% do negócio da Totvs dá-se no mercado local, “apesar de o nosso produto ser vendido em 26 países”.
O balanço divulgado ontem também contém um recorde do Ebitda, que somou R$ 60 milhões no período, contabilizando um crescimento de 131,1% em relação ao primeiro trimestre do ano anterior. Também a margem Ebtida alcançou 26,2%, outro recorde. O anúncio de resultados detalha, ainda, um crescimento na receita de taxas de licenciamento da ordem de 70,1%, ou R$ 58 milhões.
SAP tem queda de 33% na venda de software no trimestre
por Reseller Web
30/04/2009
Receitas totais atingiram 2,40 bilhões de euros (US$ 3,18 bilhões) no período, 26% abaixo do ano passado
As vendas de software da SAP caíram em um terço no primeiro trimestre fiscal, encerrado em 31 de março, e a fornecedora alemã cortou mais 1,6 mil postos de sua folha de pagamento, a fim de manter os rendimentos.
“Nós continuamos a tomar as medidas necessárias para proteger nossa margem nesse difícil ambiente operacional”, disse o co-CEO da SAP, Leo Apotheker, em comunicado. “As ações de redução que custos que iniciamos em outubro do ano passado e estendemos durante o primeiro trimestre de 2009 realmente contribuíram para o resultado em desempenho de margem. Vamos manter o controle firme de custos”.
Executivos da SAP se recusaram a prover o forecast de vendas para o trimestre atual.
No primeiro trimestre, a SAP reportou receitas totais de cerca de 2,40 bilhões de euros (US$ 3,18 bilhões), 26% abaixo dos 2,46 bilhões de euros (US$ 3,26 bilhões) apurados no mesmo período do exercício passado. O lucro líquido caiu 16%, para 204 milhões de euros (US$ 270 milhões), comparado com os 242 milhões de euros (US$ 321 milhões) de um ano atrás.
As vendas de software no período declinaram em 33%, para 418 milhões de euros (US$ 553,8 milhões), contra os 622 milhões de euros (US$ 824,1 milhões) do primeiro trimestre de 2008. Juntas, as vendas de software e serviços relacionados estabilizaram em 1,74 bilhão de euros (US$ 2,3 bilhões).
Na Europa, Oriente Médio e África, os resultados em vendas da SAP caíram 5%, enquanto na Ásia- Pacífico a retração foi de 6%. Já nas Américas, houve saldo positivo de 3%.
Em janeiro, após reportar um quatro trimestre de queda nas vendas de software, a SAP anunciou que iria demitir 3 mil funcionários em todo o mundo, em 2009. Nos primeiros meses deste ano, o corte atingiu cerca de 1,6 mil postos de trabalho - a maioria nas Américas.
Muitas das demissões aconteceram nas áreas de serviços profissionais e operações de marketing e vendas, segundo a companhia, mas também hove cortes em pesquisas e desenvolvimento, administração geral, infra-estrutura e software. As medidas de redução de custos devem continuar durante o trimestre vigente.
A consolidação da SAP contrasta com a rival Oracle, que anunciou a aquisição da Sun Microsystems por US$ 7,4 bilhões, em um movimento que vai expandir o portfólio de software da marca e, ao mesmo tempo, levar a fabricante a competir no território dos computadores e de storage.
Ferramenta evolui constantemente, ao passo das atualizações tecnológicas, e tenta rumar em direção à simplicidade
Enquanto processos ou tendências de negócio levam anos, às vezes décadas, para sofrerem alterações, a tecnologia evolui num piscar de olhos. Distante de um movimento que represente ruptura tecnológica, os softwares de gestão empresarial (ERP) seguem evoluções constantes e graduais que acompanham demandas corporativas para conferir simplicidade e maior eficiência aos sistemas que controlam as rotinas administrativas. Em direção ao futuro da plataforma, os fabricantes apontam soluções mais integradas, intuitivas, completas e cada vez mais estratégicas.
Samuel Carvalho, analista de software da IDC, aposta na integração do ERP com sistemas periféricos, outras plataformas e sistemas legados. A projeção do especialista conecta-se, principalmente, à evolução das ferramentas de middleware, às necessidades por automatização de novas camadas corporativas e ao avanço na entrega dos dados baseada em arquitetura orientada a serviços (SOA).
A ideia surgida nos anos 80 de ligar soluções especializadas ao software de gestão começa a emergir de forma mais concreta. Quando o conceito foi testado, no passado, não funcionou muito bem. “As conexões entre as soluções naquela época eram complexas e quase impossíveis”, lembra Elisabete Waller, vice-presidente de aplicativos da Oracle. Na visão da executiva, a evolução tecnológica promovida de lá para cá tirou de cena os “blocos rígidos” para vislumbrar a atual visão em módulos.
Elisabete defende que esse movimento desencadeou um conceito que ela chama de “ERP estendido”. A executiva compara o software de gestão a um círculo rodeado de sistemas satélites que se conectam a ele. Estas tecnologias periféricas representam aplicativos de negócio especializados e a forma como eles se relacionam com a estrutura “nuclear” vem por meio de sistemas de integração. O grande passo dado nesta direção foi sentido com uma primeira onda de revitalização dos softwares de gestão empresarial promovida pelos fornecedores no fim dos anos 90 e começo dos anos 2000. Dentro deste contexto, a internet foi considerada uma espécie de turbina para a Oracle, servindo de plataforma para todas as inovações propostas pela companhia a partir de então. De acordo com a vice-presidente, trazer aspectos nativos da web para seu ERP eliminou os extensos treinamentos da equipe na ferramenta. “É como usar a internet. Você não precisa de treinamento para usar a busca do Google”, exemplifica.
Na SAP, a grande mudança tecnológica do software mirou as funcionalidades do SOA, com o lançamento da plataforma de integração NetWeaver. Meva Su Duran, gerente de soluções da fabricante alemã para a América Latina, acredita que a orientação ao serviço norteará a evolução do software. Isto facilita que o cliente atualize apenas partes essenciais ao seu negócio.
O mundo mudou significativamente quanto à utilização da tecnologia nas últimas décadas. Desde os anos 90 as pessoas vivem conectadas à web e falam em dispositivos celulares. Computadores deixaram de ser caixas misteriosas dentro das geladas salas de processamento de dados para tornarem-se utensílios comuns do dia-a-dia. Esta familiaridade com a máquina cria interações mais nativas e tende a refletir nos softwares de gestão empresarial.
Para facilitar a interação com as ferramentas de gestão, os fabricantes trabalham para garantir interfaces naturais, mesmo que por trás de telas simples, continuem existindo infinitas conexões e um banco de dados monstruoso. “Daqui a dez anos, quem vai gerir as empresas nasceu com internet, MSN e tirando fotos digitais”, conceitua Mauricio Prado, gerente-geral da divisão Microsoft Business Solution, apontando que tais impactos chegarão aos softwares de gestão e que o futuro gestor não vai querer passar por dez diferentes telas apenas para acessar um dado fiscal.
“Interfaces mais gráficas podem reduzir o desgaste de adaptação às ferramentas e diminuir o prazo de adequação ao software”, aposta Meva, da SAP. Mas não se anime muito. Nenhum fabricante fala que a adoção de ERP, pelo menos no curto prazo, deixará de ser traumática. Mesmo assim, os provedores apontam para o encurtamento dos projetos com o passar dos anos. “Quem sabe algum dia um ERP não entre no rol de tecnologias ‘plug and play”?”, questiona a gerente.
Novas fronteiras
A popularização do ERP a partir dos anos 90 ampliou a abrangência de mercado da ferramenta. O software passou a olhar além das fronteiras da empresa, vislumbrando oportunidades em novos elos da cadeia produtiva. “Consideramos que existem 200 mil empresas passivas de adotar um produto como o nosso no Brasil”, projeta Prado, da Microsoft, que estima que os concorrentes atuam em uma base de 40 mil clientes. “O jogo, para gente, é conquistar esses outros 160 mil”, comenta. “As grandes já têm ERP”, diz o executivo.
Wilson de Godoy Soares, vice-presidente de gestão de desenvolvimento da Totvs, compartilha um pouco dessa opinião e acrescenta: “o ERP abocanhará pedaços que não são daquele tradicional ERP”. O executivo da fabricante brasileira acredita que o próximo passo da plataforma será melhorar a sinergia dentro da cadeia de fornecimento. Cada vez mais, o software tende a conectar os elos da cadeia produtiva, integrando informações entre empresas. “Para facilitar ainda mais a vida de nossos clientes, eu preciso facilitar a vida também de seus clientes”, opina.
Além de mais embrenhado nos processos departamentais internos e estendido à cadeia de fornecedores e clientes, outro grande passo dado pelos fornecedores da solução nos últimos anos diz respeito a possibilidade de agregar capacidades analíticas aos softwares, o que refletiu em uma onda de aquisições e desenvolvimento de soluções de gestão de clientes (CRM) e business intelligence (BI). “Quanto o ERP se consolidou, o software ficou muito atrelado ao back office e a processos administrativos”, explica Elisabete, da Oracle, para sintetizar: “Atender a estas demandas transformaram-se em condição básica”.
Se ao longo dos anos o ERP serviu como uma porta para entrada e unificação dos dados, agora, o desafio da indústria é permitir que o software traga à tona dados relevantes e transforme isso tudo em informações relevantes que orientem o negócio. “As aquisições dos últimos anos mostram que as fornecedoras precisam dar mais capacidade para o tomador de decisão embasar suas estratégias”, analisa Carvalho, da IDC.
O futuro reserva
Ainda há muito terreno a se percorrer até a criação de uma ferramenta de gestão empresarial que atenda plenamente às demandas, seja fácil de usar, traga informações gerenciais e não dê dores de cabeça no dia-a-dia. As integrações evoluíram, mas analistas apontam que a incorporação de aplicativos como BI e CRM ainda significaram pouco na evolução dos softwares de gestão. A grande dificuldade de apontar um rumo para o ERP esbarra na imprevisibilidade. “Tudo que aconteceu de ruptura em termos de tecnologia não foi previsto com tanta antecedência”, diz Leopoldo Guimarães Barros, da LBarros Consultoria. “De repente alguém descobre algo completamente diferente e o ERP perca terreno”, arrisca.
A certeza dos fornecedores é que, mesmo que troque de nome, um sistema de gestão empresarial continuará sendo necessário. “Desde a revolução industrial, os procedimentos de manufatura exigem controle. A informática apenas substituiu o processo antigo, feito à mão, conferindo agilidade”, enfatiza Soares, da Totvs. “As grandes transformações virão por partes. São evoluções constantes e diárias”, vislumbra Prado, da Microsoft, antecipando que estruturas de comunidade de usuários e acesso touchscreen chegarão em breve a plataforma desenvolvida pela gigante.
Marcelo Lombardo, diretor de tecnologia da fabricante nacional New Age Software, em um exercício de abstração aponta que nada impede a criação um ERP construído como se fossem mashups, onde o usuário arrasta as funcionalidades e aplicativos para uma plataforma que promova, por si só, a integração; adequando a solução a necessidade de cada empresa ou unidade. “Mas isso ainda demanda muitos avanços”, limita o executivo. Basta esperar e ver o que o futuro reserva.
Tenho uma dúvida. No meu trabalho possuimos 5 computadores com windows XP, sendo que cada um possui o Microsiga Protheus 10. Em um desses computadores está ligada uma impressora matricial em porta LPT1. Se eu mandar imprimir nesse computador um relatório ele sai normalmente. Entretanto, se eu mandar imprimir esse relatório por outro micro, utilizando essa impressora via rede, a formatação dela fica completamente alterada. Como resolver a questão?
Temos bastante material sobre o sistema Microsiga Protheus no nosso site: www.Experfite.com . E estamos com algumas vagas abertas para consultor e treinamento.
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Abril 29th, 2008 às 01:10
Parabéns pela iniciativa.
Abril 29th, 2008 às 20:41
Legal, havia solicitado esta funcionalidade. Agora podemos bater papo sobre Microsiga , festas e outros assuntos.
Sugiro que crie mais categorias.
Abril 29th, 2008 às 20:46
Coloque mais sugestões de novas categorias e artigos
Att,
Equipe Heplfacil
Abril 30th, 2008 às 19:42
Colocamos novas categorias.
Att,Helpfacil
Maio 3rd, 2008 às 17:58
Para quem deveja conhecer a ferramenta microsiga
Software de ERP/CRM baseado na arquitetura TOTVS TEC, o Microsiga Protheus é um software independente de sistemas operacionais, banco de dados e interfaces.
Desenvolvido para empresas que desejam implementar uma competente gestão de resultados em seus processos administrativos e operacionais, que necessitem de alta flexibilidade e facilidade no desenvolvimento de customizações sistêmicas - quer com a participação da TOTVS ou de forma independente - e que possuem unidades ou negócios em outros países.
É o software “flexível” e “internacional” da TOTVS.
Maio 21st, 2008 às 12:41
Pessoal estou aprendendo o microsiga, gostaria de saber se alguem poderia falar algum curso banaca.
vlw…
Maio 23rd, 2008 às 12:46
faça o seguinte :
Entre no site www.helpfacil.com.br na área de downlaod e baixe diversos documentos para aprendizado.
Bons estudos….
Maio 23rd, 2008 às 12:56
Recebi esses dias que a microsiga criou um portal chamado athena , o portal do conhecimento. Puts os caras copiaram do helpfacil a frase portal do conhecimento.acho que faltou criatividade..
Att
Consultor de Sistemas
Maio 23rd, 2008 às 12:56
Quem quiser visitar segue o link abaixo
http://athena.microsiga.com.br/
Junho 11th, 2008 às 10:06
Vejam esta noticia….
Totvs e Trevisan Outsourcing atuarão juntas na área de saúde
Terça-feira, 10 de Junho de 2008, 15h43
A Totvs, holding que controla a Microsiga, Logocenter, RM Sistemas, Totvs BMI e Totvs Infra, firmou parceria com a Trevisan Outsourcing para oferta conjunto de serviços de BPO (business process outsourcing) para a área de saúde. A Totvs fornecerá seus sistemas de gestão, dando suporte a todas as operações de controle e gerenciamento, adaptáveis a todos os portes, perfis e demandas das empresas. A Trevisan, por sua vez, através do produto direcionado ao atendimento das necessidades específicas de profissionais da área da saúde, será responsável por terceirizar serviços administrativos, contábeis, fiscais, financeiros, gestão de compras, estoques, pessoas e processos.
Também são contempladas pela Trevisan o atendimento a necessidades específicas da área de saúde, como gestão de glosas, assessoria no relacionamento com operadoras de planos de saúde, sublocação de consultório, processos de certificação e padronização de informações estabelecidos pela Agência Nacional de Saúde e pelo sistema TISS (Troca de Informações em Saúde Suplementar).
Janeiro 5th, 2009 às 10:14
Segue o link abaixo sobre este assunto Matéria na Revista Exame, sobre Laércio Cosentino, da TOTVS
Interessante
http://www.notilog.com/notilog/includes/pnewsite/notilog_2004/home/imagenopen.php?tipo=2&lan=por&ID=1577408&cl=2061
Janeiro 29th, 2009 às 14:28
Atenção pessoal . Noticia importante.
A partir de 30 de setembro 2009 a versão 8.11 será descontinuada não tendo mais atualizações e suporte.
Segue abaixo relação dos bancos de dados que deixarão de serem utilizados
DB2 UDB 8.1 01/11/2009
DB2 UDB 8.2 01/01/2009
INFORMIX7.31 01/04/2009
INFORMIX9.40 01/11/2009
ORACLE 9.2 01/11/2009
Fevereiro 27th, 2009 às 18:08
Ola boa tarde sou novo trabalhando com o Protheus 10, gostaria de saber onde eu almento o campo de caracter do modulo do call center, no momento so consigo entrar com 3 caracter na quantidade de pedido.
Desde já agradeço
Vander J. do Carmo
Fevereiro 27th, 2009 às 20:41
Olha não sei exatamente que campo quer aumentar, mas para isso basta entrar no modulo configurador - > base de dados - > dicionario de dados pesquisar a tabela e campo e clicar em alterar .
Agora nem todos os campos permitem este tipo de alteração
abs…
Março 6th, 2009 às 16:57
Gostaria de ajuda de algum analista que tenha feito implantação dos módulos de cargos e salários e recrutamento e seleção.
Março 6th, 2009 às 19:55
Qual ajuda esta precisando ? Coloque esta pergunta no forum também
Abril 14th, 2009 às 14:48
Falta de consultorias de TI motivou prorrogação do Sped
por Adriele Marchesini Financial Web
13/04/2009
Segundo a Receita, empresas enfrentam dificuldades em encontrar consultorias especializadas. Novas ampliações de prazo estão descartadas
A prorrogação do prazo dada às empresas brasileiras para adequação ao Sistema Público de Escrituração Digital (Sped) da área fiscal, o EFD, segundo determinações da Receita Federal publicadas na última semana, foi feita pela dificuldade que as companhias apresentam de encontrar consultorias de TI suficientes e capacitadas a prestar o auxílio. “Fizemos uma pesquisa junto às empresas sobre como andavam as perspectivas para o cumprimento das obrigações. Com o resultado do levantamento, feito em fevereiro, verificamos que muitas empresas não teriam condições de cumprir o prazo de maio”, explicou o coordenador do Sped, Carlos Sussumu.
Por meio do Ato COTEPE/ICMS nº 15/2009, a data-limite de entrega dos arquivos da EFD, referentes aos meses de janeiro a agosto de 2009, foi transferida para 30 de setembro próximo. O prazo de entrega já havia sido prorrogado anteriormente por outro ato, que determinava que informações de até abril deveriam ser encaminhadas até 31 de maio. Na média, a maioria das empresas nos garantiu que em 120 dias daria conta de promover as adequações necessárias para o cumprimento dessa obrigação. (leia também: Empresas revelam como se adaptam ao Sped). Demos um voto de confiança de que este prazo seria suficiente para atender as necessidades”, adicionou Sussumu. Segundo o representante do Fisco, não estão previstas novas prorrogações no Sped Fiscal ou nos outros dois, o Sped Contábil e a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e).
O coordenador do Sped informou ainda que a Receita não deve modificar sua forma de aproximação com as consultorias de TI para permitir que um maior número delas seja habilitada a fornecer a tecnologia necessária para a adequação ao sistema. Temos feito inúmeras apresentações e palestras para dizimar qualquer tipo de dúvidas técnicas, e são convidadas todas as empresas de consultoria, software e TI”, afirmou. “E todas as definições técnicas são divulgadas nos sites respectivos. Não existe nenhuma dificuldade em uma empresa que queria mesmo trabalhar como suporte. Basta que ela entre no site da Receita e verifique as especificações técnicas previamente definidas”, garantiu.
Um dos prováveis motivos que teriam levado à impossibilidade de as empresas se adequarem ao Sped Fiscal é a crise financeira internacional e seu impacto sobre os valores disponíveis para investimentos. “Esse foi um dos motivos apontados pelas empresas, mas a obrigatoriedade foi informada bem antes da crise. Mas na verdade, as empresas deveriam estar preparadas para o cumprimento dessa obrigação”, garantiu o coordenador do Sped.
Abril 30th, 2009 às 14:25
Microsiga Faturando
Totvs anuncia recordes de venda e lucro
por Ana Cecília Americano | Gazeta Mercantil
30/04/2009
Empresa registrou vendas líquidas de R$ 228 milhões no primeiro trimestre de 2009
A Totvs divulgou ontem o seu balanço comemorando um crescimento no faturamento líquido acima dos 20% pelo nono trimestre consecutivo. No primeiro trimestre de 2009 a empresa registrou vendas líquidas de R$ 228,373 milhões. Segundo José Rogério Luiz, vice-presidente financeiro e diretor de Relações com Investidores, o valor representa um aumento orgânico de 23,4% sobre o mesmo período de 2008. Isto é, refere-se ao crescimento registrado tanto pela Totvs como pela Data Sul, caso estivessem unidas desde o primeiro mês de 2008. A união, contudo, deu-se no último trimestre de 2008. Assim, se a base tomada for apenas o faturamento líquido da Totvs, contabilmente as vendas líquidas - com a incorporação da concorrente - teriam aumentado no intervalo 88,8%, ressaltou.
Outros dados também revelam a saúde da brasileira, que se tornou a maior fabricante de software de gestão no País, rivalizando em vendas com as internacionais SAP e Oracle. Quando os números do lucro líquido são analisados, nota-se um crescimento de 121,4% na comparação com o mesmo período de 2008, totalizando R$ 29 milhões.
Luiz credita os bons resultados a três fatos. O primeiro diz respeito ao próprio produto da Totvs, o software de gestão, considerado por ele como “insumo básico das empresas, tão crítico quanto água, luz ou telefone”. O segundo diz respeito ao fato de o Brasil ser um mercado pouco penetrado pelas empresas de software de gestão, principalmente no caso das pequenas empresas, o que permite altas taxas de crescimento.
Por fim, um terceiro componente do cenário positivo vivido pela Totvs são as mudanças regulatórias em curso em toda a América Latina. Ele citou o exemplo da adoção, no Brasil, do Sistema Público de Escrituração Digital (SPED). “Esta, entre outras, é uma exigência que tem levado muitas empresas a se informatizarem”, resume o executivo. De acordo com o vice-presidente da softwarehouse nacional, 95% do negócio da Totvs dá-se no mercado local, “apesar de o nosso produto ser vendido em 26 países”.
O balanço divulgado ontem também contém um recorde do Ebitda, que somou R$ 60 milhões no período, contabilizando um crescimento de 131,1% em relação ao primeiro trimestre do ano anterior. Também a margem Ebtida alcançou 26,2%, outro recorde. O anúncio de resultados detalha, ainda, um crescimento na receita de taxas de licenciamento da ordem de 70,1%, ou R$ 58 milhões.
Abril 30th, 2009 às 14:26
SAP caindo faturamento , hehehehe….
SAP tem queda de 33% na venda de software no trimestre
por Reseller Web
30/04/2009
Receitas totais atingiram 2,40 bilhões de euros (US$ 3,18 bilhões) no período, 26% abaixo do ano passado
As vendas de software da SAP caíram em um terço no primeiro trimestre fiscal, encerrado em 31 de março, e a fornecedora alemã cortou mais 1,6 mil postos de sua folha de pagamento, a fim de manter os rendimentos.
“Nós continuamos a tomar as medidas necessárias para proteger nossa margem nesse difícil ambiente operacional”, disse o co-CEO da SAP, Leo Apotheker, em comunicado. “As ações de redução que custos que iniciamos em outubro do ano passado e estendemos durante o primeiro trimestre de 2009 realmente contribuíram para o resultado em desempenho de margem. Vamos manter o controle firme de custos”.
Executivos da SAP se recusaram a prover o forecast de vendas para o trimestre atual.
No primeiro trimestre, a SAP reportou receitas totais de cerca de 2,40 bilhões de euros (US$ 3,18 bilhões), 26% abaixo dos 2,46 bilhões de euros (US$ 3,26 bilhões) apurados no mesmo período do exercício passado. O lucro líquido caiu 16%, para 204 milhões de euros (US$ 270 milhões), comparado com os 242 milhões de euros (US$ 321 milhões) de um ano atrás.
As vendas de software no período declinaram em 33%, para 418 milhões de euros (US$ 553,8 milhões), contra os 622 milhões de euros (US$ 824,1 milhões) do primeiro trimestre de 2008. Juntas, as vendas de software e serviços relacionados estabilizaram em 1,74 bilhão de euros (US$ 2,3 bilhões).
Na Europa, Oriente Médio e África, os resultados em vendas da SAP caíram 5%, enquanto na Ásia- Pacífico a retração foi de 6%. Já nas Américas, houve saldo positivo de 3%.
Em janeiro, após reportar um quatro trimestre de queda nas vendas de software, a SAP anunciou que iria demitir 3 mil funcionários em todo o mundo, em 2009. Nos primeiros meses deste ano, o corte atingiu cerca de 1,6 mil postos de trabalho - a maioria nas Américas.
Muitas das demissões aconteceram nas áreas de serviços profissionais e operações de marketing e vendas, segundo a companhia, mas também hove cortes em pesquisas e desenvolvimento, administração geral, infra-estrutura e software. As medidas de redução de custos devem continuar durante o trimestre vigente.
A consolidação da SAP contrasta com a rival Oracle, que anunciou a aquisição da Sun Microsystems por US$ 7,4 bilhões, em um movimento que vai expandir o portfólio de software da marca e, ao mesmo tempo, levar a fabricante a competir no território dos computadores e de storage.
Abril 30th, 2009 às 14:28
Evolução do ERP: entenda avanços do software
por Felipe Dreher | InformationWeek Brasil
29/04/2009
Ferramenta evolui constantemente, ao passo das atualizações tecnológicas, e tenta rumar em direção à simplicidade
Enquanto processos ou tendências de negócio levam anos, às vezes décadas, para sofrerem alterações, a tecnologia evolui num piscar de olhos. Distante de um movimento que represente ruptura tecnológica, os softwares de gestão empresarial (ERP) seguem evoluções constantes e graduais que acompanham demandas corporativas para conferir simplicidade e maior eficiência aos sistemas que controlam as rotinas administrativas. Em direção ao futuro da plataforma, os fabricantes apontam soluções mais integradas, intuitivas, completas e cada vez mais estratégicas.
Samuel Carvalho, analista de software da IDC, aposta na integração do ERP com sistemas periféricos, outras plataformas e sistemas legados. A projeção do especialista conecta-se, principalmente, à evolução das ferramentas de middleware, às necessidades por automatização de novas camadas corporativas e ao avanço na entrega dos dados baseada em arquitetura orientada a serviços (SOA).
A ideia surgida nos anos 80 de ligar soluções especializadas ao software de gestão começa a emergir de forma mais concreta. Quando o conceito foi testado, no passado, não funcionou muito bem. “As conexões entre as soluções naquela época eram complexas e quase impossíveis”, lembra Elisabete Waller, vice-presidente de aplicativos da Oracle. Na visão da executiva, a evolução tecnológica promovida de lá para cá tirou de cena os “blocos rígidos” para vislumbrar a atual visão em módulos.
Elisabete defende que esse movimento desencadeou um conceito que ela chama de “ERP estendido”. A executiva compara o software de gestão a um círculo rodeado de sistemas satélites que se conectam a ele. Estas tecnologias periféricas representam aplicativos de negócio especializados e a forma como eles se relacionam com a estrutura “nuclear” vem por meio de sistemas de integração. O grande passo dado nesta direção foi sentido com uma primeira onda de revitalização dos softwares de gestão empresarial promovida pelos fornecedores no fim dos anos 90 e começo dos anos 2000. Dentro deste contexto, a internet foi considerada uma espécie de turbina para a Oracle, servindo de plataforma para todas as inovações propostas pela companhia a partir de então. De acordo com a vice-presidente, trazer aspectos nativos da web para seu ERP eliminou os extensos treinamentos da equipe na ferramenta. “É como usar a internet. Você não precisa de treinamento para usar a busca do Google”, exemplifica.
Na SAP, a grande mudança tecnológica do software mirou as funcionalidades do SOA, com o lançamento da plataforma de integração NetWeaver. Meva Su Duran, gerente de soluções da fabricante alemã para a América Latina, acredita que a orientação ao serviço norteará a evolução do software. Isto facilita que o cliente atualize apenas partes essenciais ao seu negócio.
O mundo mudou significativamente quanto à utilização da tecnologia nas últimas décadas. Desde os anos 90 as pessoas vivem conectadas à web e falam em dispositivos celulares. Computadores deixaram de ser caixas misteriosas dentro das geladas salas de processamento de dados para tornarem-se utensílios comuns do dia-a-dia. Esta familiaridade com a máquina cria interações mais nativas e tende a refletir nos softwares de gestão empresarial.
Para facilitar a interação com as ferramentas de gestão, os fabricantes trabalham para garantir interfaces naturais, mesmo que por trás de telas simples, continuem existindo infinitas conexões e um banco de dados monstruoso. “Daqui a dez anos, quem vai gerir as empresas nasceu com internet, MSN e tirando fotos digitais”, conceitua Mauricio Prado, gerente-geral da divisão Microsoft Business Solution, apontando que tais impactos chegarão aos softwares de gestão e que o futuro gestor não vai querer passar por dez diferentes telas apenas para acessar um dado fiscal.
“Interfaces mais gráficas podem reduzir o desgaste de adaptação às ferramentas e diminuir o prazo de adequação ao software”, aposta Meva, da SAP. Mas não se anime muito. Nenhum fabricante fala que a adoção de ERP, pelo menos no curto prazo, deixará de ser traumática. Mesmo assim, os provedores apontam para o encurtamento dos projetos com o passar dos anos. “Quem sabe algum dia um ERP não entre no rol de tecnologias ‘plug and play”?”, questiona a gerente.
Novas fronteiras
A popularização do ERP a partir dos anos 90 ampliou a abrangência de mercado da ferramenta. O software passou a olhar além das fronteiras da empresa, vislumbrando oportunidades em novos elos da cadeia produtiva. “Consideramos que existem 200 mil empresas passivas de adotar um produto como o nosso no Brasil”, projeta Prado, da Microsoft, que estima que os concorrentes atuam em uma base de 40 mil clientes. “O jogo, para gente, é conquistar esses outros 160 mil”, comenta. “As grandes já têm ERP”, diz o executivo.
Wilson de Godoy Soares, vice-presidente de gestão de desenvolvimento da Totvs, compartilha um pouco dessa opinião e acrescenta: “o ERP abocanhará pedaços que não são daquele tradicional ERP”. O executivo da fabricante brasileira acredita que o próximo passo da plataforma será melhorar a sinergia dentro da cadeia de fornecimento. Cada vez mais, o software tende a conectar os elos da cadeia produtiva, integrando informações entre empresas. “Para facilitar ainda mais a vida de nossos clientes, eu preciso facilitar a vida também de seus clientes”, opina.
Além de mais embrenhado nos processos departamentais internos e estendido à cadeia de fornecedores e clientes, outro grande passo dado pelos fornecedores da solução nos últimos anos diz respeito a possibilidade de agregar capacidades analíticas aos softwares, o que refletiu em uma onda de aquisições e desenvolvimento de soluções de gestão de clientes (CRM) e business intelligence (BI). “Quanto o ERP se consolidou, o software ficou muito atrelado ao back office e a processos administrativos”, explica Elisabete, da Oracle, para sintetizar: “Atender a estas demandas transformaram-se em condição básica”.
Se ao longo dos anos o ERP serviu como uma porta para entrada e unificação dos dados, agora, o desafio da indústria é permitir que o software traga à tona dados relevantes e transforme isso tudo em informações relevantes que orientem o negócio. “As aquisições dos últimos anos mostram que as fornecedoras precisam dar mais capacidade para o tomador de decisão embasar suas estratégias”, analisa Carvalho, da IDC.
O futuro reserva
Ainda há muito terreno a se percorrer até a criação de uma ferramenta de gestão empresarial que atenda plenamente às demandas, seja fácil de usar, traga informações gerenciais e não dê dores de cabeça no dia-a-dia. As integrações evoluíram, mas analistas apontam que a incorporação de aplicativos como BI e CRM ainda significaram pouco na evolução dos softwares de gestão. A grande dificuldade de apontar um rumo para o ERP esbarra na imprevisibilidade. “Tudo que aconteceu de ruptura em termos de tecnologia não foi previsto com tanta antecedência”, diz Leopoldo Guimarães Barros, da LBarros Consultoria. “De repente alguém descobre algo completamente diferente e o ERP perca terreno”, arrisca.
A certeza dos fornecedores é que, mesmo que troque de nome, um sistema de gestão empresarial continuará sendo necessário. “Desde a revolução industrial, os procedimentos de manufatura exigem controle. A informática apenas substituiu o processo antigo, feito à mão, conferindo agilidade”, enfatiza Soares, da Totvs. “As grandes transformações virão por partes. São evoluções constantes e diárias”, vislumbra Prado, da Microsoft, antecipando que estruturas de comunidade de usuários e acesso touchscreen chegarão em breve a plataforma desenvolvida pela gigante.
Marcelo Lombardo, diretor de tecnologia da fabricante nacional New Age Software, em um exercício de abstração aponta que nada impede a criação um ERP construído como se fossem mashups, onde o usuário arrasta as funcionalidades e aplicativos para uma plataforma que promova, por si só, a integração; adequando a solução a necessidade de cada empresa ou unidade. “Mas isso ainda demanda muitos avanços”, limita o executivo. Basta esperar e ver o que o futuro reserva.
Outubro 1st, 2009 às 16:14
Tenho uma dúvida. No meu trabalho possuimos 5 computadores com windows XP, sendo que cada um possui o Microsiga Protheus 10. Em um desses computadores está ligada uma impressora matricial em porta LPT1. Se eu mandar imprimir nesse computador um relatório ele sai normalmente. Entretanto, se eu mandar imprimir esse relatório por outro micro, utilizando essa impressora via rede, a formatação dela fica completamente alterada. Como resolver a questão?
Outubro 1st, 2009 às 20:54
Nas outras maquinas na rede você precisa mapear a lpt1 e depois mandar imprimir direto na porta no microsiga selecionando lpt1
Novembro 12th, 2009 às 17:44
Gostaria de saber como faço para eu verificar um livro fiscal de mes anterior no protheus 8.
Fevereiro 9th, 2010 às 13:41
Oi pessoal,
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Julho 30th, 2010 às 05:07
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Julho 30th, 2010 às 21:30
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Julho 31st, 2010 às 16:43
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